Vens no silêncio da noite
Como farol na escuridão
És Tu quem me acalma a mente, Senhora
Ao brilhar no coração
Este coração brilhante,
Doente, quer se curar
És Tu quem me dá a vida, Senhora
O gosto no meu andar
Me levas às terras do Alto
Me mostras o fundo de mim
Conheço Tua voz, Senhora
És Tu quem me canta assim
Vem curar tua irmã
Vem curar o teu irmão
Com o canto que vem lá de dentro, Meu filho
Toda a força do perdão,
O canto que vem lá de dentro, Meu filho
O Mestre e sua lição
Sorriso brotando dos lábios, Meu filho
Alegria e satisfação
Me levas às terras do Alto
Me mostras o fundo de mim
Conheço Tua voz, Senhora
És Tu quem me canta assim
Tributo à Medicina Sagrada Amazónica: Abuelita Medicina, Abuelita Curandera, nos proteje en este viaje de consciencia hacia la luz interior. Obrigado Taita Inti, Obrigado Pachamama, Muito Grato ao meu querido Professor e Mestre. Sempre no meu coração estão.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Canto - Quando a chuva está caíndo
Quando a chuva está caíndo
Tento segurar na mão
Mas a chuva nunca pego
Sempre ela cai no chão
Oh meu Pai, na minha vida
Que faço pra não errar?
Fecha os olhos, agradece
Depois deixa de tentar
De 11/2011.
Tento segurar na mão
Mas a chuva nunca pego
Sempre ela cai no chão
Oh meu Pai, na minha vida
Que faço pra não errar?
Fecha os olhos, agradece
Depois deixa de tentar
De 11/2011.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Cantos de Cura na Colômbia
Mágica Cura, estes cantos.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Canto - O Mestre
Vem a dúvida que insiste
Que duvidando sou mais Eu
No temor encontro a chave
Que abre o coração meu
Vêm as vozes que não calam
Que comandam minha vida
No silêncio nada temo
Já não ando à deriva
Porque o Tempo não existe
Só se esconde no Momento
No Agora eu sou Tudo
Se observo o pensamento
Porque o Mestre é Verdade
Se mentir, mestre não é
Porque o Mestre só ensina
Leis do Amor e leis da Fé
De 2011.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
Caminho de Cristal
Em ti me curo.
Em ti me encontro.
Mas quem sou agora?
Espasmo após espasmo
Canto por canto
Me encanto no canto que canto.
Sou eu que o canto?
Sou eu que o canto!
Pelo cantar me empurras para o sonho
E canto, e sonho,
Em Ser, no Ser,
O Ser que repousa e que chamamos.
Chega o Ser,
E ao Ser me desligo,
Deslizo e me deixo levar
Nas calmas águas que são cobras,
Que me envolvem e me amamentam.
São elas que me falam da escolha
Do que se seguirá.
Morre, que nascerás desapego
Morre, que nascerás cantador
Morre, reencontra-te morto
E viverás como árvore,
Viverás como Ser de cristal,
Terás essa vida nova,
Como em tempos te prometi.
E viaja,
Viaja em mim,
Viaja comigo.
Bem no centro estamos todos,
Mas é na orla que nos encontramos.
E enquanto meu canto cantares,
Teu canto cantarás,
E se sozinho cantares,
Estarás desapegado.
E ao tudo largares
Ganhas-te a ti
E a mim
E a todos.
Vomita a Escuridão
Ilumina-te com o cantar do Beija-flor
Teu Mestre e Padrinho te guiam
E segue teu caminho,
Com o apego aos que se deixaram.
Tudo é certo
E tudo vai dar a mim.
E, como parte de tudo,
Me rendo.
Cresci.
Em ti me encontro.
Mas quem sou agora?
Espasmo após espasmo
Canto por canto
Me encanto no canto que canto.
Sou eu que o canto?
Sou eu que o canto!
Pelo cantar me empurras para o sonho
E canto, e sonho,
Em Ser, no Ser,
O Ser que repousa e que chamamos.
Chega o Ser,
E ao Ser me desligo,
Deslizo e me deixo levar
Nas calmas águas que são cobras,
Que me envolvem e me amamentam.
São elas que me falam da escolha
Do que se seguirá.
Morre, que nascerás desapego
Morre, que nascerás cantador
Morre, reencontra-te morto
E viverás como árvore,
Viverás como Ser de cristal,
Terás essa vida nova,
Como em tempos te prometi.
E viaja,
Viaja em mim,
Viaja comigo.
Bem no centro estamos todos,
Mas é na orla que nos encontramos.
E enquanto meu canto cantares,
Teu canto cantarás,
E se sozinho cantares,
Estarás desapegado.
E ao tudo largares
Ganhas-te a ti
E a mim
E a todos.
Vomita a Escuridão
Ilumina-te com o cantar do Beija-flor
Teu Mestre e Padrinho te guiam
E segue teu caminho,
Com o apego aos que se deixaram.
Tudo é certo
E tudo vai dar a mim.
E, como parte de tudo,
Me rendo.
Cresci.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Caminho de Volta - Meu Mestre me cure
Meu Mestre Guia, luz que incendeia o meu coração, liberta-me desta prisão, deste corpo que rodopia sem cessar, deste mundo onde nada é e onde tudo nada parece ser. Ecoam as vozes desassossegadas dos perdidos que estão perdidos, perdidas por entre as vozes dos perdidos que se vêem centrados. Todos são meros bonecos rodopiando por entre o labirinto, conscientes e inconscientes, todos somos iguais, vozes sem cara, caras sem nome. O Caminho, e a Cura, são os mesmos, e todos confiamos no Mestre que nos guia para fora deste mundo de ilusão.
A mensagem é o presente do Presente, e no momento todo o mundo gira e ondula. Para lá da Ilusão há a Cura, e o foco de Luz que se reflecte em nós é o brilho da impecabilidade do Pai. Todos somos filhos, todos somos irmãos, todos estamos sozinhos em conjunto, e todos somos por ele protegidos. Outra forma não há, neste caminho. A nossa escolha, o caminho do Mestre, e com a força do mestre vamos aprender, aprender que na Cura está o cantar dos Anjos e do Beija-flor, que há todo um Ser que quer se soltar, que no Caos há profunda calma, profundo Amor.
A mensagem é o presente do Presente, e no momento todo o mundo gira e ondula. Para lá da Ilusão há a Cura, e o foco de Luz que se reflecte em nós é o brilho da impecabilidade do Pai. Todos somos filhos, todos somos irmãos, todos estamos sozinhos em conjunto, e todos somos por ele protegidos. Outra forma não há, neste caminho. A nossa escolha, o caminho do Mestre, e com a força do mestre vamos aprender, aprender que na Cura está o cantar dos Anjos e do Beija-flor, que há todo um Ser que quer se soltar, que no Caos há profunda calma, profundo Amor.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Tudo gira, tudo ondula
Tão belo o desapego
Dos que se dão e se perdem.
A inconsciência do desconhecimento,
A libertação do Medo,
Porque o vivem na pele.
E gritam ao arrancar essa pele,
E choram ao se verem sós.
E vozem ao longe
Ecoam algo que não percebem
Mas sabem ser verdade.
As vozes sem cara
São caras sem nome
São nomes sem ser.
Tudo gira
Tudo ondula
Todos cantamos
À cura, à Santa Cura,
Que cura toda a doença
E toda a Dor.
Tudo gira
Tudo ondula
Todos escutamos
A mensagem de quem vem lá,
De quem quer entrar,
De quem É sem ser.
Tudo gira
Tudo ondula
E o mestre nos ensina
Nos abre o caminho
Para trilharmos o Presente.
E agora vemos,
O que somos e não somos,
O que há além de nós,
Para dentro, no fundo.
Para lá da ilusão há a Cura,
O cantar dos anjos e do beija-flor
Há o ser e o descobrir
Profunda calma, profundo amor.
Dos que se dão e se perdem.
A inconsciência do desconhecimento,
A libertação do Medo,
Porque o vivem na pele.
E gritam ao arrancar essa pele,
E choram ao se verem sós.
E vozem ao longe
Ecoam algo que não percebem
Mas sabem ser verdade.
As vozes sem cara
São caras sem nome
São nomes sem ser.
Tudo gira
Tudo ondula
Todos cantamos
À cura, à Santa Cura,
Que cura toda a doença
E toda a Dor.
Tudo gira
Tudo ondula
Todos escutamos
A mensagem de quem vem lá,
De quem quer entrar,
De quem É sem ser.
Tudo gira
Tudo ondula
E o mestre nos ensina
Nos abre o caminho
Para trilharmos o Presente.
E agora vemos,
O que somos e não somos,
O que há além de nós,
Para dentro, no fundo.
Para lá da ilusão há a Cura,
O cantar dos anjos e do beija-flor
Há o ser e o descobrir
Profunda calma, profundo amor.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Caminho de Volta - Tribo: Comando de Sanação
Somos Tribo. Somos seres se perdendo no seu Ser, se encontrando no seu Ver, no momento que antecede o final, no desistir antes do momento da Morte. Morte em Vida, que nos embala, que nos canta, que nos faz cantar. Morte doce, que chega a todos, e em doçura o Pai parte, na sua viagem de cura.
O Pai é a cola que nos mantém unidos e, com o Rei morto, um novo Rei se levanta, para tomar as rédeas da tribo perdida. Será este o novo Rei, a escolhida contraparte do coração da tribo? Será ele a trazer o novo Comando de Sanação? Cantamos a força com força e com amor, e no seu manto se albergam os perdidos irmãos. Sua voz ecoa, ecoa na sala, na cabeça, mas nossas células estão longe de reconhecer o seu canto como o que vem da Mãe.
O Novo Rei é o Velho Rei, renascido da Cura, da Santa Purga, e é ele quem por nós puxa para de novo nos entregarmos. É ele que canta o que nós cantamos. É ele que nos guia pelos caminhos do Labirinto. É ele quem fala com a voz da Santa Mãe, é ele que invoca a tribo que somos todos.
Como pássaros flamejantes, unidas estão as ancestrais almas das ancestrais tribos, e todos eles somos nós. Casa de fogo, casa de cristal, casa do Senhor do Tempo. Divina invocação da Mãe, abençoado amor do Pai. Cura Santa Cura.
O Pai é a cola que nos mantém unidos e, com o Rei morto, um novo Rei se levanta, para tomar as rédeas da tribo perdida. Será este o novo Rei, a escolhida contraparte do coração da tribo? Será ele a trazer o novo Comando de Sanação? Cantamos a força com força e com amor, e no seu manto se albergam os perdidos irmãos. Sua voz ecoa, ecoa na sala, na cabeça, mas nossas células estão longe de reconhecer o seu canto como o que vem da Mãe.
O Novo Rei é o Velho Rei, renascido da Cura, da Santa Purga, e é ele quem por nós puxa para de novo nos entregarmos. É ele que canta o que nós cantamos. É ele que nos guia pelos caminhos do Labirinto. É ele quem fala com a voz da Santa Mãe, é ele que invoca a tribo que somos todos.
Como pássaros flamejantes, unidas estão as ancestrais almas das ancestrais tribos, e todos eles somos nós. Casa de fogo, casa de cristal, casa do Senhor do Tempo. Divina invocação da Mãe, abençoado amor do Pai. Cura Santa Cura.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Cantadores - Todos somos Tribo
Todos juntos
Tomamos de novo Medicina
Para curar o coração.
E todos somos Um só
Procurando Harmonia
Procurando Atenção.
Concentração sóbria,
Postura alegre, sincera,
Que nem a todos harmoniza.
O seu processo é Seu
E sua entrega é genuína.
E todos se espelham em todos
E tudo se sabe.
E o Pai tudo vê.
A mãe que é Mãe comanda
E o seu pedido é uma ordem,
Quando nos deita nos fala,
Quando nos senta nos canta.
Reconheço esse cantar
Já também cantei assim,
Quando em silêncio interior
Me ouço cantar a mim.
A tribo é de outros tempos
De outras casas, de outras vidas
E trabalha com a Mãe
E todas as almas reunidas.
Tomamos de novo Medicina
Para curar o coração.
E todos somos Um só
Procurando Harmonia
Procurando Atenção.
Concentração sóbria,
Postura alegre, sincera,
Que nem a todos harmoniza.
O seu processo é Seu
E sua entrega é genuína.
E todos se espelham em todos
E tudo se sabe.
E o Pai tudo vê.
A mãe que é Mãe comanda
E o seu pedido é uma ordem,
Quando nos deita nos fala,
Quando nos senta nos canta.
Reconheço esse cantar
Já também cantei assim,
Quando em silêncio interior
Me ouço cantar a mim.
A tribo é de outros tempos
De outras casas, de outras vidas
E trabalha com a Mãe
E todas as almas reunidas.
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